Notícia publicada sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

E como foi esse tour pelo velho continente? O que puderam trazer como aprendizado e qual a distância da cena de lá para a nossa?
Henrique Monteiro: Essa turnê foi um marco para a banda, tivemos muita dor de cabeça para poder organizar, mas mesmo assim com muita ansiedade de conhecer e fazer o som em outros países deu tudo certo. A experiência é magnífica, tanto para a banda quanto para o pessoal dos membros. Sofremos com os extremos do clima, já que acostumados com 33, 35 graus do nosso Ceará, pulamos para até 3 graus. As diferentes línguas e culturas que também nos enriqueceram bastante. Junto com Xandão do Andralls, nosso brother, tivemos um grande aprendizado além de um grande conhecedor das diversas culturas, que nos deu um “UP” no quesito profissionalismo coisa que no Brasil ainda estamos um pouco longe, tanto no nível do equipamento, quanto dos espaços, organizadores e até do próprio headbanger. Uma das mais marcantes diferenças entre a “cena” era a união, dos bangers indiferente de estilos e a ânsia dos mesmos por materiais das bandas quando curtiam, queriam levar tudo de CDs, camisas, patches, tudo de merchandising para ajudar a banda. Outra diferença eram os eventos que rolavam tranquilos na maioria dos dias da semana.

E como foi todo esse processo, desde o início na concepção do disco?
Rodrigo: Desde que o “Die to Kill” chegou a nossas mãos, tivemos bastante críticas positivas, bastante gente procurando o CD, vários shows surgiram, mesmo que ele não tenha saído 100% do jeito que queríamos principalmente por que quando começamos os shows de lançamento com o CD, já estávamos em outra formação, totalmente em outra vibe do som.

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