Notícia publicada segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sendo direto. Como funciona uma banda que é praticamente uma seleção, já que se juntar o currículo de vocês três surge nomes consagrados como Desaster, Nervochaos, Siegrid Ingrid, Pentacrostic, Anthares, dentre outros?
André Gubber: Funciona com muito entrosamento e naturalidade porque nós três tocamos juntos muito tempo no Siegrid Ingrid. Realmente as bandas citadas são muito importantes para a cena Metal nacional e temos orgulho de ter participado e contribuído de alguma forma para isso.

Enfim, o fato de ser praticamente um ‘dreamteam’ do Metal nacional deve ter facilitado na hora de compor “Condemning The Empty Souls”? (risos)
AG: Não acho que somos um “dreamteam”, somos teimosos (risos), estamos há muito tempo na estrada, mas sempre estivemos na base do underground, o Evandro Júnior (baterista) é o mais experiente porque é membro original do Anthares, então, desde os anos 80 está se dedicando à sua paixão maior que é tocar Metal. Ele é um grande músico e poderia até ter tocado outros estilos ou tendências, mas é um cara dedicado ao Metal nacional. Por isso acho que somos músicos persistentes, acima de tudo. Quanto à composição do álbum, resgatamos as cinco músicas que já tínhamos composto antes de pararmos e colocamos alguns novos arranjos e estruturamos músicas que eu vinha compondo a algum tempo sozinho. Me reuni com o Evandro Jr. e começamos a ensaiar e definir o repertório. O Luiz Berenguer retornou à banda após a conclusão das gravações.

Leia a entrevista completa: http://blogartemetal.blogspot.com.br/2013/07/entrevista_18.html.

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